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Por Danny Braz

Toda prática esportiva depende de um local adequado. Geralmente, uma quadra, uma pista ou um campo, que além de atender às especificidades do esporte e o conforto dos praticantes, carecem de manutenção constante. Quando falamos de campos gramados sintéticos, essa manutenção é ainda mais intensa, já que a grama sofre muito com a prática esportiva.

A grama precisa de um tempo de recuperação após os jogos, e só isso já é parte da manutenção que a mantêm adequada para um correto deslizar da bola, por exemplo. O fato é que isso nem sempre é possível, o que compromete o desempenho durante o jogo. Em clubes esportivos, onde ocorrem por volta de cinco jogos por dia nos fins de semana, não há tempo para essa recuperação.

O gramado sofre um estresse tão grande que começa a se soltar, e não há reposições e manutenção que deem conta. É por isso que a grama sintética se tornou a solução mais usada nesses locais. Em um gramado assim, é possível jogar quantas partidas quiser sem precisar de tratamento ou corte. A solução já é usada há mais de 10 anos. No entanto, um problema que ela ainda apresenta é o calor.

Em dias de sol, a temperatura próxima ao gramado sintético (até meio metro de altura) pode chegar a sete graus acima da temperatura do ambiente. Isso se torna insuportável em alguns dias, sem contar que muitos jogadores se queixam de queimaduras quando caem na grama artificial. Como resolver isso? Irrigando.

A irrigação garante a manutenção térmica do campo sintético, solucionando o problema da temperatura. Com o local sendo resfriado pela água, a solução se torna completa. O mais interessante é que isso se aplica até mesmo a campos mais antigos.

Muitas vezes os mantenedores não querem investir em irrigação por ter de abrir espaços dentro do campo para colocar o equipamento ou ainda pela necessidade de trocar a grama ou manter o campo inutilizado por algum tempo.

Felizmente, nada disso é mais necessário. Já há uma nova solução para irrigar campos nessas condições. Trata-se de uma irrigação periférica de campos sintéticos. O equipamento consegue regar até 50m de raio, instalado nas bordas do campo, sem precisar interferir na grama, dentro da área de jogo.

O equipamento é uma novidade no Brasil, trazida dos Estados Unidos pela Regatec. O produto resolve todos os problemas envolvendo gramados artificiais sofrem uma quantidade muito grande de estresse. A solução só reforça a importância da aliança entre a tecnologia e o esporte. Campos bem irrigados proporcionam uma prática esportiva muito mais eficiente e agradável.

Danny Braz é engenheiro civil, consultor internacional com foco em construções verdes e diretor geral da empresa Regatec.

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